quinta-feira, 31 de outubro de 2013

UFRRJ: ativistas fazem ato contra maus-tratos de animais no Rio

Ativistas fazem ato contra maus-tratos de animais no Rio

Agência Brasil 31.10.2013 -
Rio de Janeiro – Ativistas dos direitos dos animais fizeram na tarde de hoje (31) uma manifestação pacífica em frente à Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica, região metropolitana do Rio. O ato ocorreu em protesto ao uso de animais em pesquisas da instituição, procedimentos que, segundo os manifestantes, são feitos com maus-tratos. Na última terça-feira (29), três ativistas prestaram depoimento na Delegacia da Polícia Federal (PF) em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, por planejar o ato por meio das redes sociais.

A Polícia Federal informou, em nota, que a própria universidade procurou a delegacia, após alunos tomarem conhecimento da manifestação pela internet. “Em vista do local ser uma instituição federal, cuja apuração de crimes contra estas entidades é da atribuição da Polícia Federal, foi determinada a instauração do inquérito policial para verificar possível incitação ao crime e eventual maus-tratos aos animais. Em nenhum momento, a Polícia Federal proibiu qualquer tipo de manifestação, tendo adotado as medidas necessárias para o acompanhamento do movimento”, diz.

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Guarujá abre inscrições para castração de animais

Saúde 31 de outubro de 2013 
As inscrições prosseguem até o dia 14 de novembro.

Assessoria de Comunicação comentários Comentar   
 
 
A Secretaria de Saúde de Guarujá abriu cadastro para castração de animais no Centro de Controle de Zoonose (CCZ). As inscrições prosseguem até o dia 14 de novembro. Diariamente, a unidade distribui 100 senhas, a partir das 12 horas.

O cadastro é aberto aos munícipes que desejam esterilizar cães e gatos entre 03 meses até 08 anos de idade. Os responsáveis pelos animais devem comparecer ao CCZ munidos de RG, CPF, comprovante de residência. Também é necessário apresentar e carteira de vacinação do animal em dia, com a imunização contra raiva inferior a um ano.

Quem ainda não levou seu animalzinho de estimação para vacinar, também pode procurar o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), de segunda a sexta-feira, das 14 às 17 horas, não é necessário agendar.

O Centro de Controle de Zoonose fica na Rua Professora Maria Lidia Rego Lima, 301, no Jardim Conceiçãozinha. Outros esclarecimentos podem ser obtidos pelo telefone 3387-7197.


A responsabilidade desta matéria é da prefeitura de Guarujá.

Por causa de cobaias, alguns estudantes abandonam curso de veterinária

Uso de animais »
Por causa de cobaias, alguns estudantes abandonam curso de veterinária
Universitários que não concordam com uso de animais em sala de aula contam como tomaram a difícil decisão de abandonar curso. Professores dizem que prática é necessária

Estado de Minas
Publicação: 31/10/2013
O professor pegou um bisturi e cortou a perna direita de um sapo. Com o sistema nervoso central inativo, o anfíbio não aparentou desconforto, mas a cena incomodou a estudante Dayanne Roque. “A incisão foi feita para um músculo ser extraído. O bichinho ficou se contorcendo, parecia pedir ajuda”, conta. “Muitos alunos choraram, alguns saíram da sala. Eu parei de olhar na hora que começou a sangrar. Tive ânsia de vômito”, acrescenta a moça, que depois abandonou a graduação de medicina veterinária na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O uso de animais em sala de aula atormenta parte dos alunos de cursos da área de ciências biológicas e saúde, mas docentes consideram a prática necessária e afirmam que ela segue normas nacionais.
“Desde os quatro anos, eu dizia que queria ser veterinária”, recorda Dayanne, de 23 anos. Reprovada no primeiro vestibular, ela foi bem-sucedida na segunda tentativa e as aulas começaram em 2011. “No início, não sabia que teria demonstrações com animal vivo. Depois descobri que teria, mas não sabia que isso me afetaria tanto”. O problema começou no primeiro semestre deste ano, em uma aula de fisiologia veterinária, quando o professor fez aquele corte na perna de um sapo. A moça abandonou a disciplina e continuou a frequentar as teóricas, mas entrou em depressão e resolveu trancar sua matrícula. “Eu chorava muito. Começava a chorar na sala de aula, sem motivo nenhum. Foi quando passei a fazer tratamento psicológico. Até hoje tomo medicação controlada”, diz.
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Rachel Sheherazade desagrada Lula e anunciantes e leva bronca do Grupo Silvio Santos

Rachel Sheherazade desagrada Lula e anunciantes e leva bronca do Grupo Silvio Santos

31/10/2013 |

Âncora do principal jornal do SBT, o “SBT Brasil”, a jornalista Rachel Sheherazade é bastante conhecida por suas opiniões polêmicas.


Porém, segundo o jornalista Ricardo Feltrin, uma dessas opiniões não agradou membros do Grupo Silvio Santos e ela teria levado um “puxão de orelha”. Em meio à polêmica dos beagles que foram resgatados do Instituto Royal, que segundo ativistas faz experiências com cosméticos em animais, a jornalista defendeu o instituto: “Precisam ser testados em animais. Nenhum país do mundo aboliu isso. Será que devemos abrir mão de usar perfumes e cosméticos?".


Os executivos da Jequiti Cosméticos, que segue rígidos padrões e não usa animais para testar seus produtos, não gostaram da declaração e pediram para Silvio Santos repassar para a direção de jornalismo esta bronca, que foi feita.
Em tempo
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Carroceiros que utilizam veículos de tração animal fecham a Abdias de Carvalho

Protesto »
Carroceiros que utilizam veículos de tração animal fecham a Abdias de Carvalho
Publicação: 31/10/2013
 (Diogo Menezes/Cortesia)
Cerca de 200 carroceiros que utilizam veículos de tração animal realizam um protesto na manhã desta quinta-feira. Os manifestantes fecharam o tráfego da Avenida Abdias de Carvalho, no bairro do Bongi.  O ato acontece nas imediações da Faculdade Estácio, antiga FIR e causa um grande congestionamento.

Eles protestam contra a Lei 30/2013, que entrará em vigor em março de 2014, proibindo a circulação de veículos de tração animal e a condução de animais com cargas e trânsito montado nas ruas da cidade. A lei foi sancionada este mês pelo prefeito Geraldo Julio e também veda a realização de vaquejadas, rodeios e eventos afins no município.

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ONG de Araraquara, SP, evita abate de boi e faz campanha para castração

-- 31/10/2013
Animal foi encontrado em estrada e seria rifado por centro de triagem.
Grupo de ativistas vai doar boi para voluntário e ele não poderá ser abatido.
Do G1 São Carlos e Araraquara

Boi Ferdinando seria rifado por centro de triagem
(Foto: Betty Peixoto/ONG SOS Melhor Amigo)
A ONG SOS Melhor Amigo, de proteção aos animais de Araraquara (SP), faz campanha na internet para realizar a castração de um boi que foi encontrado em uma estrada e seria rifado após ficar no Centro de Triagem e Acolhimento de Animais (CTAA) e no Centro de Equoterapia da cidade. “Ele era prêmio de uma rifa e nós o livramos do abate”, disse Betty Peixoto, representante da ONG. Procurada pela reportagem do G1, a Prefeitura não comentou o assunto.
Ferdinando, como o boi é chamado entre os protetores de animais da cidade, foi encontrado há cerca de um ano em uma estrada próxima a Araraquara e, desde então, ficou sob os cuidados do centro de triagem enquanto aguardava a possibilidade do dono aparecer. “Apareceram algumas pessoas dizendo que eram donas, mas quando pediam documentos e fotos que pudessem comprovar não entregavam e perdiam o interesse”, explicou Betty.
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Não Matarás - os animais e os homens nos bastidores da ciência

Amigo dos animais,

Enviamos, para seu conhecimento e reflexão, um documentário que produzimos com a intenção de alertar a sociedade para fatos que fazem parte do seu dia a dia e que nunca são revelados.
Esperamos assim contribuir para que você tenha a liberdade de escolher se quer ou não participar desses fatos.
“Não Matarás os animais e os homens nos bastidores da ciência” – Link do vídeo no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=Uxxj9GRbyBE&feature=youtu.be
Produtos de limpeza, cosméticos, drogas. Um olhar abrangente sobre um sistema que mata mais do que salva. Os testes que põem em risco a sua saúde e ceifam a vida de milhões de animais. Será necessário?
O uso de animais  no ensino, o medo dos estudantes em expressar sua rejeição a esses métodos cruéis, a continuidade de um pensamento acadêmico já ultrapassado.
Filósofos, cientistas e ativistas revelam o que é mantido em segredo.
Depois de saber, você não será mais o mesmo.

O Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida – organização independente  sem fins lucrativos – promove a educação humanitária produzindo material educativo sobre a defesa animal, o consumo sem crueldade e o vegetarianismo, com o propósito de contribuir para uma sociedade mais responsável e pacífica.

Observação
: Este filme tem exibição e divulgação autorizadas, desde que, gratuitamente, na íntegra e citando a fonte. Para editar partes para divulgação, favor enviar os trechos editados solicitando autorização para o e-mail inr@institutoninarosa.org.br 

Cordialmente,
Nina Rosa Jacob
Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida

COBAIAS, SIMPLES COBAIAS, DE UMA FORMA OU DE OUTRA...

          O laço estreito entre o mundo científico e a indústria farmacêutica é tão vergonhoso quanto a fraudulenta experimentação em animais, tornando-nos, de uma forma ou de outra, eternas vítimas dos interesses escusos de uma ciência inescrupulosa e manipuladora.
Uma gama imensa de pesquisadores sérios vem alertando, faz tempo, sobre a inutilidade dos testes experimentais em animais visando a saúde humana, já que substitutivos aos testes existem em um número cada vez maior. Infelizmente, a relutância em admitir tais substitutivos ainda é muito presente no mundo acadêmico, seja por ignorância ou por tais profissionais se considerarem donos da vida e da morte. O fato é que nós, humanos, somos, de todas as formas, ainda manipulados pelo medo da morte. Por isto não se questiona a validade dos testes em animais, acreditando-se como o quer o mundo científico, que a saúde humana ainda depende desses testes retrógrados e invalidados por muitos para nos manter saudáveis!
         As trapaças do mundo científico em conluio com a indústria farmacêutica, detentora da vontade científica e do caráter duvidoso da política mundial, é na verdade o pior inimigo para nossa saúde, como esclarece e avalia a Dr.ª Marcia Angell – Ex- editora-chefe do New England Journal of Medicine e atualmente integrante do Departamento de Medicina Social da Harvard Medical School -, autora do livro A VERDADE SOBRE OS LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS – COMO SOMOS ENGANADOS E O QUE PODEMOS FAZER A RESPEITO.
           Dizer que os testes em animais significam a segurança do uso dos medicamentos é uma grande mentira, pois, caso contrário, não precisariam ser feitos vários testes em humanos antes de irem para as prateleiras. Muito pior saber que os testes feitos em cobaias humanas é outra fraude, já que os medicamentos testados são comparados com placebos (balas de açúcar) e não com outros medicamentos, o que seria o correto.
           Como confiar na palavra de uma ciência manipulada por políticos (segundo Marcia Angell, a indústria farmacêutica contribui pesadamente para campanhas políticas) e cientistas comprados (ainda de acordo com a autora, muitas somas em dinheiros e valiosos presentes são ofertados a muitos cientistas inescrupulosos) pela indústria da morte? “A Food and Drug Administration (FDA), a agência americana de controle da qualidade de produtos alimentares e farmacêuticos, exerceu pressões sobre um dos seus peritos médicos para o dissuadir de divulgar os resultados de um estudo que mostrava os perigos do Vioxx, um anti-inflamatório retirado do mercado pela empresa farmacêutica Merck, no final de Setembro...”*
Para mim, basta saber, segundo as acusações da autora, que para ganhar a proteção por mais seis meses de exploração da patente de um medicamento CAMPEÃO DE VENDA, a única exigência que a FDA – Food and Drug Administration (agência americana que regula produtos alimentícios e farmacêuticos) - faz é de que o laboratório realize testes em crianças, não importando se o medicamento é para hipertensão, doença predominantemente adulta, ou para mulheres com TPM!
           O grande problema, portanto, não será a falta de experimentação em animais, mas sim a falta de uma ciência verdadeiramente preocupada com a saúde humana.

Fonte:
Marcia Angell - A VERDADE SOBRE OS LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS- COMO SOMOS ENGANADOS E O QUE PODEMOS FAZER.
* http://dn.sapo.pt/2004/11/19/sociedade/perito_acusa_de_tentar_ocultar_dados.html
Por: Fátima Borges – Colunista, Professora de Português e Teatro Infantil, Artista Plástica e Poetisa.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Ativistas pedem em abaixo-assinado saída de Rachel Sheherazade do SBT

nota: o abaixo assinado deve ser este: assine aqui


Ativistas pedem em abaixo-assinado saída de Rachel Sheherazade do SBT
Âncora do 'SBT Brasil' recebeu críticas do ex-presidente Lula e de executivos da Jequiti Cosméticos
Na Telinha/UOL 30 Outubro de 2013 -

Foto: Divulgação

Rachel Sheherazade tem desagradado ativistas de direitos dos animais Rachel Sheherazade tem desagradado ativistas de direitos dos animais
Depois de ser criticada pelo ex-presidente Lula e por executivos da Jequiti Cosméticos, a jornalista Rachel Sheherazade, âncora do "SBT Brasil", não está agradando em nada os ativistas que defendem os direitos dos animais.
Está correndo na internet um abaixo-assinado que pede uma retratação pela opinião de Rachel sobre o Instituto Royal, onde ela, segundo os ativistas, defendeu o uso de animais em testes com cosméticos.

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Vereador se dispõe a ser cobaia no lugar de animais

30/10/2013
Redação Bonde
Em mais uma situação polêmica e inusitada, o vereador de Curitiba Professor Galdino (PSDB) se ofereceu para ser cobaia no lugar de animais. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (30), durante a sessão da Câmara Municipal de Curitiba.

Ele levantou a discussão por causa do caso dos cães da raça beagle do Instituto Royal, de São Paulo, que foram retirados do instituto por ativistas. Havia suspeita de maus tratos aos animais no local. Segundo o vereador, a iniciativa ocorre por causa da "crueldade" praticada contra cães, coelhos e macacos nas experiências científicas.


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Mostra exibe curtas e longas sobre os direitos dos animais na Cinemateca

Agenda inclui filmes nacionais e internacionais nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro

Foto: Divulgação

“Êta, Bicho Homem…”, do diretor Marcelo Branco integra mostra
Nos dias 30 novembro e 1º de dezembro, às 14h, acontece a IV Mostra Internacional de Cinema pelos Animais na Cinemateca de Curitiba, com entrada Catraca Livre.

Com 21 obras nacionais e internacionais, entre curtas e longas, a programação inclui filmes que colocam em debate questões como o uso de animais no meio científicos, a manutenção de animais em cativeiro, a utilização de animais no consumo e a preservação de animais silvestres. O destaque fica para os filmes “Cerrado – Além da Névoa”, “Êta, bicho-homem…”, “Peaceable Kingdom” e o inédito “A.L.F.”, do diretor francês Gauthier Lamothe.

Entre as atrações figuram os diretores Tim Gorski(Como eu me Tornei um elefante),  Gauthier Lamothe (A.L.F.) e Christian Spencer (Cerrado – Além da Névoa). O evento também conta com venda de produtos sem origem animal e a presença do coordenador da mostra, Ricardo Laurino.

fonte: http://catracalivre.com.br/curitiba/agenda/gratis/mostra-exibe-curtas-e-longas-sobre-os-direitos-dos-animais-na-cinemateca/

PROGRAMA TERCEIRO MILÊNIO – HOJE 30/10 ÀS 14 HS

PROGRAMA TERCEIRO MILÊNIO –  HOJE 30/10 ÀS 14 HS O JORNALISTA GILBERTO PINHEIRO ENTREVISTA UM CIENTISTA CONTRA PESQUISAS LABORATORIAIS COM ANIMAIS. POR FAVOR, PARTICIPE, TELEFONE, ENVIE E MAIL COM PERGUNTAS.
LINK PARA ACESSAR A RÁDIO: www.transameiernewsfm.com.br
EMAIL DO PROGRAMA -   ouvinte@terceiromilenio.com.br
TEL DA REDAÇÃO: (21) 4109 1236

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Catalunha quer proibir espetáculos de circo com animais

Por Redação

A Catalunha quer proibir os espetáculos de circo com animais, um ano depois de ter interditado as corridas de toiros.

A proposta de lei, entregue esta terça-feira no parlamento regional, pretende «modificar a lei sobre a proteção de animais, incorporando a proibição de utilização de animais nos circos», disse Jordi Rull, membro da coligação nacionalista CiU, que dirige o governo regional.

O documento, que deverá ser discutido na próxima semana, acrescenta que «a vida que os animais têm nos circos caracteriza-se pelo isolamento, pelos castigos, pelo medo e cativeiro».

http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=437312

Presidente da UIPA rebate declarações de advogado do Instituto Royal

Terça, 29 Outubro 2013
Por  CBN Foz com informações da Agência CâmaraComente agora
A presidente da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), Vanice Orlandi, rebateu asdeclarações do advogado do Instituto Royal, Alexandre Domingos Serafim, em audiência pública da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável para debater as denúncias de abusos de animais nos testes científicos realizados no laboratório do instituto em São Roque, interior paulista.

Em referência à informação de Serafim de que a entidade sofreu ampla inspeção em 2013, a pedido do Ministério Público (MP), Vanice disse que a visita do biólogo designado pelo MP público foi agendada. Segundo ela, quando o biólogo e o veterinário chegaram ao pátio externo do laboratório, sentiram um forte odor e acharam que era proveniente de cadáveres. "Não, eram as fezes dos cães. Eles se alimentavam e pernoitavam sobre as próprias fezes", disse.


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Veja como assistir ao vivo da Câmara dos Deputados a Audiência Pública Ordinária sobre a denúncia de maus-tratos a animais no Instituto Royal

Veja como assistir ao vivo da Câmara dos Deputados a  Audiência Pública Ordinária sobre a denúncia de maus-tratos a animais no Instituto Royal será discutida em audiência pública da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, nesta tarde.
Audiência Pública Ordinária
14:00 - Anexo II, Plenário 08 
Às 14 horas entre neste site: http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/webcamara/ao-vivo/transmissoes-do-dia e clique no link com a transmissão ao vivo.

Se ocorrer algum problema técnico e a transmissão não puder ser ao vivo, é possível ver o vídeo gravado depois em http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes

domingo, 27 de outubro de 2013

Diga NÃO ao rodeio em Valinhos! - A luta continua..

Vamos escrever aos vereadores de Valinhos pedindo que votem CONTRA a emenda MALICIOSA do vereador Toloi que está fazendo manobras para haver rodeio na cidade. Protetores e simpatizantes da causa animal, escrevam!!!!

Antônio Soares Gomes Filho (Tunico) - PMDB - 19 3829-5355 - tunico@camaravalinhos.sp.gov.br

Edson Batista - PSDB - edsonbatista@camaravalinhos.sp.gov.br

Egivan Lobo Correia (Lobo) - PDT - 3829.5358 - vereadorlobo@camaravalinhos.sp.gov.br

João Moysés Abujadi - PSD - 3829.5344 moysesabujadi@camaravalinhos.sp.gov.br

Léo Godói - PT - leo@camaravalinhos.sp.gov.br

Orestes Previtale - PMDB - orestesprevitale@camaravalinhos.sp.gov.br

Paulo Roberto Montero - PMDB - 3829.5351 - paulomontero@camaravalinhos.sp.gov.br

Rodrigo Vieira Fagnani (Popó) - PSDB - 3829.5353 - popo@camaravalinhos.sp.gov.br

Informações sobre o protesto
Data: 27/08, terça-feira
Horário: 18h30
Local: Câmara Municipal de Valinhos
Endereço: Rua Ângelo Antônio Schiavinato, nº59 – Residencial São Luíz – Valinhos-SP

fonte:
https://www.facebook.com/events/174535406047591/?ref_dashboard_filter=upcoming

Ativista protesta com os seios nus em Feira de Touros no Peru

AFPAFP –
Mulher pede fim da tradição das touradas em protesto contra a crueldade aos animais, na Feira Senhor dos Milagres, em Lima, em 27 de outubro de 2013

Mulher pede fim da tradição das touradas em protesto contra a crueldade aos animais, …
Uma manifestante invadiu neste domingo a arena da Praça de touros de Acho, em Lima e, com os seios descobertos, protestou contra "a tortura e a crueldade contra os animais", no início da Feira Taurina do Senhor dos Milagres na capital peruana.
Depois de invadir a arena, a mulher tirou o suéter e mostrou os seios, nos quais se lia "toureiro, me mate". Ao mesmo tempo, um outro ativista levantou um cartaz com a frase "compaixão e justiça para os touros". Ambos gritavam palavras de ordem criticando a crueldade aos animais.

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Vídeo da TV Record: Deputado e apresentadora relatam problemas de saúde em beagles que “adotaram” após invasão do Instituto Royal

27/10/2013 às 21h45 (Atualizado em 27/10/2013 às 21h47)
Deputado e apresentadora relatam problemas de saúde em beagles que “adotaram” após invasão do Instituto Royal
O Domingo Espetacular localizou alguns dos animais retirados do laboratório

Do R7, com Domingo Espetacular

O deputado federal Ricardo Trípoli (PSDB-SP) e a apresentadora Luisa Mell são duas das pessoas que ficaram com os animais
Reprodução/Rede Record
A ação de ativistas no Instituto Royal no último dia 17, em São Roque, ainda gera muita polêmica entre cientistas e defensores de animais. Cerca de 178 cães da raça beagle foram retirados do laboratório sob acusação de maus-tratos e estão distribuídos entre uma centena de protetores de animais.

O deputado federal Ricardo Trípoli (PSDB-SP) e a apresentadora Luisa Mell são duas das pessoas que ficaram com os animais. Ambos relatam problemas de saúde que os beagles enfrentam.

Com atuação há mais de dez anos em causas sociais, Luisa Mell  ficou com duas cachorras que ajudou a retirar do instituto. Elas não ficam o tempo todo na casa da apresentadora, que tem medo que os animais sejam apreendidos. Segundo Luiza, elas estão doentes.


Veja a reportagem completa do Domingo Espetacular:
veja aqui

Parecer solicitado pelo MP aponta "condição insalubre" em um dos canis do Instituto Royal

26/10/2013

Documento afirma que cães dormiam sobre fezes no local chamado de “canil estoque”

Ana Cláudia Barros, do R7

Imagens do "canil estoque" tiradas em março deste ano
Reprodução/Laudo
Invadida por ativistas no último dia 18, aunidade de São Roque do Instituto Royal, no interior de São Paulo, passou em março deste ano pela vistoria de um biólogo, a pedido do Ministério Público, que investiga denúncias de maus-tratos a cães no local.

Um dos objetivos foi analisar as condições dos animais usados durante as pesquisas científicas. O R7 teve acesso com exclusividade ao relatório produzido pelo professor Sérgio Greif, co-autor do livro "A Verdadeira Face da Experimentação Animal: A sua Saúde em Perigo" e autor de "Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação: pela Ciência Responsável".

De acordo com o documento, um dos pontos considerados críticos pelo profissional foi o chamado “canil estoque”, para onde os filhotes de beagle eram enviados após o desmame. É nesse lugar em que eles aguardavam sua utilização nos procedimentos experimentais, em uma espécie de “biotério de cães".

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Beagles do Instituto Royal eram condicionados a receber experimentos, diz relatório

Índole dócil dos animais facilitaria procedimentos dos testes do laboratório

Ana Cláudia Barros. do R7

Parecer técnico destaca "manipulação carinhosa dos cães" como forma de facilitar a administração de substâncias
Reprodução/Parecer técnico

O parecer técnico produzido pelo biólogo Sérgio Greif a partir da vistoria na unidade de São Roque do Instituto Royal, a pedido do Ministério Público, destacou que, desde cedo, os beagles usados durante as experimentações científicas são condicionados “a permitirem a introdução de objetos em suas bocas em troca de recompensas”.

Quando questionou os funcionários do laboratório se os animais eram amordaçados durante os procedimentos ou se eram utilizados “bloqueadores neuromusculares ou relaxantes musculares em substituição a substâncias sedativas, analgésicas ou anestésicas” – o que é vetado pela Lei 11.794/2008 -, o biólogo foi informado que não, já que os cães eram dóceis. No documento, ele observou:


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Direitos empatados

Direitos empatados
Advogado militante luta para dar condição de ente legal a pelo menos alguns 'não humanos', garantindo-lhes direitos jurídicos
26 de outubro de 2013 | 14h 21

Mônica Manir
Na janelinha. Beagle-cobaia retirado de instituto em São Roque espera em um dos carros dos ativistas -
Edison Temoteo/Futura Press
Na janelinha. Beagle-cobaia retirado de instituto em São Roque espera em um dos carros dos ativistas
Steven Wise não encanta cães: advoga por eles. Também advoga por gatos, chimpanzés, bonobos, gorilas, golfinhos, elefantes, porcos, papagaios e polvos, cuja consciência já está sabidamente comprovada em pesquisas. Sua luta nesta vida é elevar o status desses bichos na cadeia de direitos. Faz isso há 30 anos, nas cortes e nos bastidores, ao professar aulas nas faculdades de direito de Harvard, Vermont, Miami, John Marshall e Lewis & Clark, e na medicina veterinária da Tufts, em Massachusetts. Convidado assíduo de programas de TV, palestrante em variados ecossistemas e culturas, ele ainda pilota o projeto Direitos dos Não Humanos, organização baseada na Flórida. A missão da organização se mimetiza com a sua: mudar a condição legal de pelo menos algumas espécies não humanas, tirando-as do limbo de meras “coisas”. “Um ser somente tem direitos se for humano. Isso é fruto de uma história repleta de ignorância. Quais foram as razões pelas quais nos demos tantos direitos?”, questiona.

Assumidamente influenciado pelo livro Libertação Animal, do bioeticista australiano Peter Singer, que ele leu ainda na primeira edição, de 1975, Wise também lançou os seus:Rattling the Cage – Toward Legal Rights for Animals (2000), Drawing the Line – Science and the Case for Animal Rights (2003), Though the Heavens May Fall – The Landmark Trial that Led to the End of Human Slavery (2005), e  An American Trilogy – Death, Slavery, and Dominion Along the Banks of the Cape Fear River (2009). Hoje trabalha no quinto, um livro de memória do projeto Direitos dos Não Humanos.

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sábado, 26 de outubro de 2013

Ratos vão ficar sob responsabilidade de funcionários do Instituto Royal

26/10/2013
Comissão diz que vai visitar regularmente as cobaias em São Roque (SP).
Prefeitura suspendeu o alvará de funcionamento do laboratório por 60 dias.
Do G1 Sorocaba e Jundiaí

Local onde ficam os ratos utilizados como cobaias no Instituto Royal (Foto: Elisângela Marques/ G1)

Cerca de 200 ratos e hamsters vão permanecer no Instituto Royal, em São Roque (SP) após a suspensão das atividades laboratoriais. Os animas foram deixados pelos ativistas na invasão na sexta-feira (18), quando foram levados 178 beagles e sete coelhos das dependências do instituto.
Nesta sexta-feira (25), durante visita da comissão de deputados ao Royal, os ativistas permaneceram o tempo todo em frente ao instituto com intuito de conseguir uma autorização para levar os roedores. No entanto, os animais vão ficar em posse dos funcionários do laboratório, que devem assinar um termo de responsabilidade.

A comissão de deputados que investiga maus-tratos se comprometeu a voltar regularmente ao local para verificar se os animais estão sendo bem tratados e se a decisão da suspensão de testes está sendo respeitada. "Os funcionários da empresa vão assinar um termo de responsabilidade e se comprometer a cuidar dos animais. Eles não podem usá-los para nenhum tipo de teste", explicou o presidente da comissão da Câmara, deputado Protógenes Queiroz (PCdoB).

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Manifestantes protestam contra maus-tratos de animais em Araçatuba

26/10/2013
Grupo de 50 pessoas foi às ruas pedir mais atenção ao tema.
Manifestantes apoiaram ativistas que invadiram Instituto Royal.
Do G1 Rio Preto e Araçatuba

Moradores de Araçatuba (SP) foram às ruas neste sábado (26) protestar contra maus-tratos a animais. Eles querem o fim dos testes de laboratório com cães, como aconteceu no Instituto Royal, em São Roque (SP) e que ganhou repercussão nacional.
Os manifestantes se reuniram em uma praça no centro da cidade. Com cartazes, cerca de 50 pessoas protestaram contra o uso de animais como cobaias pelas indústrias farmacêuticas.  O grupo saiu em caminhada e bloqueou algumas vias importantes da região central. O trânsito ficou congestionado e a polícia acompanhou toda a ação, que foi pacífica.

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Concea credenciou Instituto Royal de São Roque em setembro de 2013

25/10/2013
Instituto estava autorizado a funcionar pela Lei Arouca de 2008.
Pedido de credenciamento foi em 2011; Concea diz que respeitaram prazo.
Elisângela Marques
Do G1 Sorocaba e Jundiaí

Instituto Royal em São Roque funcionava sem o credenciamento do Concea (Foto: Reprodução/TV TEM)

A notícia de que o Instituto Royal funciona desde 2005 sem o credenciamento do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), que regulamenta o tratamento dos animais, levantou a hipótese da instituição estar irregular. A autorização para trabalhar com experimentos em animais foi publicada no Diário Oficial somente em setembro de 2013. A assessoria de imprensa do Royal explicou que os testes foram realizados nesse período obedecendo as normas da Lei Arouca.
O Instituto estaria trabalhando seguindo o que estabelece o artigo 22 da Lei Arouca, que obriga a instituição a criar uma Comissão de Ética no uso de Animais (CEUA) e apresentar periodicamente as reuniões realizadas pelos profissionais. A Lei Arouca é de 2008 e dispõe sobre a composição do Concea, estabelece as normas para o seu funcionamento e de sua secretaria-executiva, cria o cadastro das Instituições de Uso Científico de Animais - CIUCA, mediante a regulamentação da Lei n o 11.794, de 8 de outubro de 2008, que dispõe sobre procedimentos para o uso científico de animais.

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Resgatado do Instituto Royal, beagle Ricardinho ganha destaque nas redes sociais

Risco de vida 25/10/2013 |

Resgatado do Instituto Royal, beagle Ricardinho ganha destaque nas redes sociais
Cão sofre de insuficiência renal e tem prótese no maxilar - o gerou polêmica sobre experimentos


O beagle Ricardinho, um dos 178 animais resgatados do Instituto Royal na madrugada do dia 19 de outubro, em São Roque, interior de São Paulo, ganhou destaque nas redes sociais.

Em uma página do Facebook, ativistas publicaram uma imagem o cão aparece com uma prótese no maxilar, que deixa seus dentes caninos superiores colados aos inferiores. Eles alegam que a instituição promovia experimentos e comercializava os beagles também para fins ortodônticos.


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(vídeo) Prefeitura suspende alvará do Instituto Royal em São Roque

25/10/2013
Prefeito foi orientado pela comissão de deputados federais a tomar atitude.
Laboratório, que nega maus-tratos, enviou carta oficializando a paralisação.
Natália de Oliveira
Do G1 Sorocaba e Jundiaí


A Prefeitura de São Roque (SP) suspendeu na tarde desta sexta-feira (25) o alvará de funcionamento do Instituto Royal por 60 dias.
O prefeito Daniel de Oliveira Costa determinou a suspensão depois de receber documentos da comissão de deputados federais formada para acompanhar as investigações do caso, que ganhou repercussão em razão de uma invasão de ativistas na última sexta (18). Os protetores levaram 178 beagles e sete coelhos usados em pesquisas da sede da empresa.
Nesta sexta, a comissão de parlamentares visitou o local. De acordo com os deputados, os documentos entregues comprovam os maus-tratos. O Royal nega as denúncias.

Empresa enviou comunicado oficializando a
paralisação (Foto: Adriana Perroni/TV TEM)

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Prefeito suspende alvará de funcionamento do Instituto Royal

25/10/13 | SÃO ROQUE

O prefeito de São Roque anunciou no início da noite desta sexta-feira uma medida administrativa que suspende por 60 dias o alvará de funcionamento do Instituto Royal. Daniel de Oliveira Costa (PMDB) disse que tomou a decisão após verificar documentos fornecidos por deputados que acompanham as investigações ao instituto, que lhe convenceram ser "impossível" o laboratório continuar a funcionar na cidade, ao menos nesses dois próximos meses. 

Durante a entrevista, afirmou também que o instituto propôs paralisar suas atividades voluntariamente no mesmo prazo. Apesar disso, o prefeito manteve sua decisão de cassar o alvará. Os roedores que estão no laboratório vão continuar sob custódia do instituto, informou o chefe do Executivo municipal.

À tarde, deputados federais, estaduais e vereadores de São Roque se reuniram com Daniel e decidiram pedir ao Ministério público que envie à Justiça um pedido de cassação do alvará de funcionamento do instituto. A informação é do próprio prefeito da cidade.

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Instituto Royal tem atividades suspensas por 60 dias

Suspensão foi resultado de um acordo entre a Prefeitura de São Roque e o laboratório
25 de outubro de 2013 | 19h 40
José Maria Tomazela - O Estado de S. Paulo
SOROCABA - Um dia depois de ter vistoriado as instalações e considerado que estavam aptas a funcionar, o prefeito de São Roque, Daniel de Oliveira Costa (PMDB), suspendeu nesta sexta-feira, 25, por 60 dias o alvará de funcionamento do Instituto Royal. Segundo ele, a suspensão foi resultado de um acordo com o próprio instituto para que sejam apuradas denúncias de maus tratos dos animais. O prefeito recebeu deputados federais que integram uma comissão externa da Câmara criada para apurar os supostos maus tratos aos cães.

O instituto foi invadido na madrugada do dia 18 de outubro por ativistas que retiraram 178 cães da raça beagle, usados em testes com medicamentos. As instalações foram depredadas.

Os parlamentares Iara Bernardi (PT-SP), Ricardo Tripoli (PSDB-SP), Ricardo Izar (PSD-SP) e Protógenes Queiroz (PC do B-SP) cobravam o imediato fechamento da unidade por entender que existem práticas de maus tratos.

O grupo se dirigia, no início da noite desta sexta, ao instituto para vistoriar as instalações na companhia do deputado estadual Feliciano Filho (PEN) que também estava na cidade. O prefeito também seguiu para o local para notificar os funcionários que lá estivessem sobre a paralisação das atividades. No dia anterior, ele dissera que as instalações eram adequadas para as pesquisas feitas pelo instituto e que não via razão para suspender o alvará.

Durante o dia, nesta sexta, os parlamentares já haviam se reunido com o promotor Wilson Velasco Júnior, que investiga denúncias de maus tratos contra os animais desde 2012, e sugeriram que o Ministério Público Estadual enviasse à Justiça um pedido de fechamento do instituto.

O grupo também conversou com o delegado do município, Marcelo Pontes, que até quinta-feira estava à frente das investigações. O caso, agora, é apurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de Sorocaba.

De acordo com o deputado Protógenes, presidente da comissão, o objetivo é reunir novos documentos que comprovem os maus tratos sofridos pelos cães. "Já temos documentos que provam o que os animais passavam no local. Queremos fechar essa instituição e fiscalizar os R$ 5 milhões de recursos públicos que foram repassados ao instituto", disse. Ele considera importante recuperar os 178 cães levados durante a invasão para que passem por perícia. Até quinta-feira, 24, apenas três animais tinham sido recuperados.

Os deputados tiveram acesso a uma relação de fornecedores de cães da raça beagle ao instituto e constaram que, entre eles, figura a Fazenda Angolana, também localizada em São Roque. O documento mostra que o instituto tinha muitos fornecedores e que a fazenda fornecera, no período de dois anos, três animais.

Os donos da fazenda, que vêm sendo ameaçados por ativistas, haviam negado a venda de beagles ao Royal. Na relação, há indícios de que o instituto vendia os cães após os testes. A direção do instituto divulgara que os cães eram doados, e não vendidos, após os testes.
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,instituto-royal-tem-atividades-suspensas-por-60-dias,1089715,0.htm

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

UFSC reforça segurança para protesto de protetores dos animais marcado para sexta no campus

Mobilização 24/10/2013 |
Florianópolis
Polícia Federal e Militar foram comunicadas sobre manifestação, que promete ser pacífica
A segurança no campus Florianópolis da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) será reforçada nesta sexta-feira em função do protesto de ativistas pelos direitos dos animais, marcado para às 18h30min.

O chefe de gabinete da UFSC, Carlos Vieira, explicou que Polícia Militar e Federal foram comunicadas do protesto e podem ser acionadas se necessário. Mas observou que a orientação dada pela reitoria é que não haja conflito com os manifestantes.

— Emitimos um comunicado interno pedindo isso. Todos estão avisados — afirmou.

Vieira ainda disse que ativistas que quiserem entrar para conhecer o centro de pesquisa não serão barrados. Ele ainda garantiu que a universidade não usa mais cachorro para pesquisas. Os cães que estão no local já foram usados, mas hoje ficam ali aos cuidados da UFSC para não serem abandonados. Acrescentou que nenhum animal sofre maus tratos e que a pesquisa feita com outros bichos, como ratos e camundongos, segue a legislação.

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Câmara aprova urgência de projeto que agrava crime contra cães e gatos


Fernando Diniz
Direto de Brasília
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira o requerimento de urgência para o projeto que eleva penas de crimes contra cães e gatos. A votação do requerimento que dá prioridade ao projeto ocorre em meio à polêmica sobre a retirada de cães da raça beagle do Instituto Royal por ativistas.

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Prefeito de São Roque mantém alvará do Instituto Royal

Agência Estado
Publicação: 24/10/2013 16:55 Atualização: 24/10/2013 19:01
Sorocaba (SP), 24 - O prefeito de São Roque, Daniel de Oliveira Costa (PMDB), decidiu manter o alvará de funcionamento do Instituto Royal, após vistoria às instalações nesta quinta-feira, 24. Segundo ele, o prédio está em condições adequadas para as atividades de pesquisa e não oferece riscos. O instituto foi invadido por ativistas na última sexta-feira, 18, para a retirada de 178 cães da raça beagle usados em testes de medicamentos e teve as instalações depredadas. Grupos de proteção aos animais reivindicam o fechamento do instituto e esperavam que o prédio fosse interditado pela prefeitura.

Costa acompanhou a vistoria feita por uma equipe de fiscais do município e confirmou que os únicos animais no local são ratos e camundongos usados como cobaias. "Esses animais estão em ambiente climatizado e bem tratados. Não há cães, nem compartimentos secretos, e como a parte física do prédio está preservada, não vemos motivo para tirar o alvará de funcionamento", disse. A entrada dos fiscais foi autorizada pela Justiça e acompanhada por advogados do instituto. Ativistas que faziam vigília no portão e a imprensa ficaram do lado de fora.

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EUA: Biscoitos de origem chinesa terão envenenado perto de 600 cães

24 de Outubro, 2013

A Administração para a Alimentação e Drogas norte-americana (FDA) está a pedir ajuda aos veterinários e donos de animais para desvendar a misteriosa morte de quase 600 cães, por doença súbita. Aparentemente, todos ingeriram biscoitos próprios para animais de estimação vindos da China, mas as causas exactas da morte ainda estão por apurar.
A FDA diz ter recebido relatos de doença de mais de 3600 cães e 10 gatos desde 2007. No total, 580 cães acabaram por morrer poucas horas depois de terem ingerido este tipo de ração, comercializada por várias marcas.

As queixas foram reportadas não só pelos donos dos animais, como também pelos veterinários, que se depararam com os mesmos sintomas repetidas vezes: perda de apetite, vómitos, insuficiência renal e hemorragia gastrointestinal, que resultam numa doença rara ao nível dos rins.

Martine Hartogensis, médica veterinária da FDA, apela agora aos donos de animais com estes sintomas para reportarem todas as informações que possam ajudar a encontrar uma explicação para o alegado envenenamento.

“Trata-se de um dos casos mais misteriosos que já tivemos de investigar”, diz Hartogensis, acrescentando que a investigação tem sido particularmente complicada por não se conseguir identificar o ingrediente que está a afectar os animais, e também porque muitos destes biscoitos são importados.

A isto agrava-se o facto de raramente se fazerem autópsias em animais, por serem muito dispendiosas para os donos.

[última actualização às 13h11]

AP/SOL

http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=88829

Não começou em S. Roque...Não vai terminar em Campinas: Ato contra a vivissecção

Dia: Sábado, 16 de novembro de 2013
Horário 9:00 hs
Campus 2 da PUC, em Campinas-SP, na Av. John Boyd Dunlop, concentração no ponto de ônibus em frente a universidade da PUCC
Descrição
IMPORTANTE: O CAMPUS 2 DA PUC FICA JUNTO COM O HOSPITAL, PORTANTO NINGUÉM ESTÁ AUTORIZADO A FAZER BARULHO NAS PROXIMIDADES!

Não começou em São Roque...Não vai terminar  em Campinas... mas só iremos parar quando acabarmos com a vivissecção...
vejam mais em

https://www.facebook.com/events/1467201710172689/?ref_newsfeed_story_type=regular

Após Royal, deputados mudam postura sobre animais

24/10/2013 • POR RODOLFO TORRES - MARIO COELHO

POLÍTICA
Após Royal, deputados mudam postura sobre animais

Câmara prepara votação de projeto que prevê dez anos de prisão para quem matar cão ou gato e cria comissão para apurar maus-tratos. Antes de resgate de animais, projetos sobre o tema eram arquivados ou engavetados
     
Após Royal, deputados mudam postura sobre animais
Manifestantes protestaram em frente ao Congresso contra testes em animais Foto: Gabriela Korossy/Câmara dos Deputados

A defesa dos direitos dos animais não fazia muito sucesso na Câmara até ativistas resgatarem 178 cães da raça beagle no Instituto Royal, em São Roque (SP), na última sexta-feira (18). Desde então, os deputados criaram uma comissão externa para auxiliar as investigações em andamento sobre a entidade, realizaram uma audiência pública com o ministro da Ciência e Tecnologia e devem votar a urgência e o mérito de um projeto na sessão desta quinta-feira (24). E ainda viram um protesto no gramado em frente ao Congresso pedindo o fim dos testes em animais.

Apesar da disposição dos últimos dias com a causa do bem-estar animal, os deputados, até semana passada, tinham uma outra postura. Propostas relacionadas ao tema ou não saíam das gavetas ou tinham como destino o arquivo. Um dos projetos que não tramita mais é o PL 7213/06. Ele obriga as empresas a colocarem no rótulo de seus produtos se foram utilizados testes em animais para a sua elaboração.

O texto chegou a ser aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) da Câmara. No entanto, logo após ser recebido na Comissão de Defesa do Consumidor, foi arquivado com o final da legislatura. “Em muitos países da Europa e nos Estados Unidos, os experimentos com animais, assim como o seu uso didático, foram abolidos. No Brasil, embora exista uma lei que os proteja, os animais ainda continuam a ser utilizados”, argumenta o autor da proposta, o ex-deputado Carlos Nader (RJ). A Lei 11.794/08 estabelece procedimentos para uso científico de animais. Por falta de interesse, nenhum deputado pediu o desarquivamento da proposta.

Presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Animais, o deputado Ricardo Izar (PSD-SP) afirma que mais de 50 deputados o procuraram para ajudar na causa depois do resgate dosbeagles. O parlamentar paulista lembra que demorou dez meses para conseguir reunir 200 assinaturas para criação da frente. “Tinha gente que ria”, lembra. “Para outra frente parlamentar, a da Habitação, consegui 315 assinaturas em 15 dias”, complementa.

Pronto para votar

Depois do resgate dos beagles, os deputados deixaram os risos de lado e passaram a demonstrar interesse pela causa. Na terça-feira (22), o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), criou uma comissão externa para acompanhar o caso do Instituto Royal. Ontem, o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, usou a audiência pública sobre o Código Nacional de Ciência e Tecnologia para dar, pela primeira vez, a posição do governo na questão.

“Esse ato foi feito à revelia da lei. Quando a legislação foi debatida, abordou-se também a necessidade da comunidade científica, das agências públicas, das universidades e das empresas de fazerem testes com relação a novos medicamentos. Em todo o mundo é assim, não só no Brasil”, afirmou. De acordo com Raupp, o Conselho Nacional de Controle e Experimentação Animal (Concea) fiscalizou o Royal e não encontrou irregularidades.

Além de discutir e acompanhar as investigações, a Câmara pautou para hoje uma proposta relacionada ao tema. É o requerimento de urgência para que seja examinado o Projeto de Lei 2833/11, de autoria do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), que criminalizada condutas praticadas contra cães e gatos. O texto prevê penas de até dez anos para quem matar esses animais. ““Há tempos ocCâmara prepara votação de projeto que prevê dez anos de prisão para quem matar cão ou gato e cria comissão para apurar maus-tratos. Antes de resgate de animais, projetos sobre o tema eram arquivados ou engavetadosorrem casos de crueldade e os responsáveis não são sequer punidos. Há um enorme clamor social para que a atual legislação seja alterada”, afirmou o deputado. Há expectativa de que a proposta seja votada logo em seguida ao pedido de urgência.

Bem-estar animal

Outro requerimento de urgência que estava na pauta da Câmara pretendia acelerar a votação do Projeto de Lei 1376/03. De autoria do ex-deputado Afonso Camargo (PSDB-PR), ele dispõe sobre a política de controle de natalidade de cães e gatos no país. Os líderes chegaram a colocar o pedido na sessão da terça-feira passada (15), mas acabou não sendo votado. Ontem (23), a proposta retornou para o relator na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) revisar seu parecer.

Coordenador de fauna da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional, Tripoli apresentou em 2007 o Projeto de Lei 215, que cria o Código Federal de Bem-Estar Animal. A proposta, que está pronta para análise do plenário, considera maus-tratos a utilização de animais vivos em atividade de pesquisa científica, testes e no ensino. “Precisamos coibir, de uma vez por todas, atos que atentem contra a vida, a saúde, a integridade física ou mental dos animais, criminalizando-os de forma severa, de modo que possibilite a prisão imediata do agressor”, comentou.

Adequação

Deputado e veterinário, Onyx Lorenzoni (DEM-RS) avalia que é preciso uma “adequação na legislação brasileira sobre o bem-estar animal”, notadamente sobre abate, criação e uso de determinadas drogas. Contudo, ressalta, é preciso respeitar a propriedade privada dos institutos de pesquisas. “Não se justifica destruir e invadir”, explica.

“Eu amo os animais. Desejo que a legislação se atualize. Mas é preciso lutar dentro da lei”, afirma Onyx, comparando a invasão do Instituto Royal às ocupações de propriedades rurais pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). “A invasão deslegitima esses movimentos”, finaliza.

Em nota publicada no seu site, o Instituto Royal afirma que os animais usados nas pesquisa “sempre foram tratados com carinho, cuidado e respeito”. De acordo com o comunicado, as atividades de pesquisa segurem as normas do Concea, órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. A Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), que realizada testes pré-clínicos de medicamentos, nega as “infundadas e levianas” acusações de maltrato aos cães resgatados.


Congresso em Foco
http://www.extralagoas.com.br/noticia/11487/nacional/2013/10/24/apos-royal-deputados-mudam-postura-sobre-animais.html

Rádio A Voz da Rússia: O uso de animais como cobaias no Brasil resulta em grandes debates

Foto: AFP

A ação de um grupo de radicais que luta em defesa dos animais levantou em escala nacional um debate até então restrito à comunidade acadêmica e algumas poucas ONGs que militam no setor: o uso de animais como cobaias pela indústria farmacêutica e de cosméticos.
Os ativistas invadiram na última semana um laboratório que matinha, entre outro bichos, cães da raça Beagle para serem usados como testes de eficiência e efeitos colaterais de medicamentos e fitoterápicos para tratamento e cura de diversas doenças, como câncer, diabetes, hipertensão e epilepsia, bem como para o desenvolvimento de antibióticos e analgésicos.

O grupo, que permanecia acorrentando à porta de entrada do laboratório, libertou 178 cachorros, além de sete coelhos. Uma ação que durou cerca de uma hora e meia. Mas com repercussão que se sustenta a dias, culminando na abertura de uma comissão formada por seis deputados federais. Eles irão apurar denúncias de maus-tratos supostamente praticados pelo Instituto Royal, o nome da instituição de pesquisa, em cobaias vivas.

Isso tudo porque, horas após o término da ação dos ativistas, as lideranças publicaram na internet imagens capturadas por câmeras de smartphones com o cenário por eles encontrado no interior do laboratório, sediado na cidade de São Roque, a cerca de 70 quilômetros da capital paulista. O conteúdo da divulgação apontava Beagles com feridas salientes na pele, alguns sem pele em partes do corpo e um cachorro que, entre fezes e urina, mal conseguia andar em sua baia. Os manifestantes encontraram ainda um animal morto, congelado.

Por parte do laboratório, seus executivos rapidamente saíram em defesa da instituição. Seu diretor científico, João Antônio Pegas Henrique, rechaçou qualquer acusação de maus-tratos. "Aqui nossos animais não sentem dor. Não é feito nenhum tipo de teste com crueldade. Seguimos todas as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Comissão de Ética no Uso de Animais, além de termos a supervisão do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal", disse. Ele ainda definiu o prejuízo material após a invasão como "incalculável". Segundo o executivo, os ativistas quebraram todo o laboratório, misturaram as drogas, lâminas com testes, além de roubarem computadores com dados das pesquisas, algumas conduzidas há 10 anos.

Crime

Tudo isso posto, a discussão ganhou o Brasil. O ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, afirmou que a invasão foi "fora da lei". Em sua avaliação, os estudos realizados em animais na instituição de pesquisa cumprem a legislação brasileira.

De fato, uma lei assinada em 2008 aprova que instituições como a Royal atuem no Brasil. Aliás, o laboratório, uma organização de sociedade civil de interesse público (Oscip), opera a partir de financiamento proveniente de recursos públicos e é considerado pela comunidade acadêmica um dos mais importantes do País.

Corrobora para apimentar o assunto o fato do Brasil não possuir atualmente um órgão para validar métodos alternativos ao uso de animais em pesquisas científicas, opção denominada in vitro. Essa inexistência é, sem dúvida, uma falha. Sobretudo porque é proibido por lei o uso dos animais quando existem outros meios de se chegar ao mesmo resultado. Trocando em miúdos: o governo proíbe as cobaias quando o mercado oferece uma alternativa in vitro, mas se esquece (ou faz de conta que se esqueceu) de criar um órgão que aprove os testes provenientes da segunda opção.


Como se vê, a discussão está apenas no início. E as falhas registradas de lado a lado nessa questão (do instituto que aparentemente pecava nos cuidados com os animais e dos manifestantes que entraram na marra, levaram os cães e destruíram as instalações físicas) servem de alerta para o governo (em todas as esferas), que costuma empurrar com a barriga questões secundárias até que o problema se instale e a solução se transforme em um espectro de difícil alcance para todos os envolvidos.



A opinião do autor pode não coincidir com a opinião da redação.

Renato Jakitas
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2013_10_24/photo-Beagles-usados-como-cobaias-levantam-debate-sobre-testes-em-animais-no-Brasil-4166/

Ativistas preparam manifestação contra uso de animais na UFSC

24 de outubro de 2013
 Ativistas dos Direitos dos Animais, ONG`s e protetores independentes realizarão nesta sexta manifestação pacífica pelo fim da utilização dos animais em aulas e experimentos da UFSC.

A concentração está marcada para as 18h30min em frente a Concha Acústica. Desde o mês de maio de 2013 a UFSC estava proibida de utilizar animais, após decisão proferida pelo juiz Marcelo Krás Borges, da Vara Federal Ambiental de Florianópolis.

No início do mês de Outubro a UFSC conseguiu no TRF4, o direito de retornar a utilização de animais nas aulas e testes. A suspensão da proibição foi dada pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Tadaaqui Hirose. Em seu voto, Hirose explicou que, “embora veja como necessária a adoção de métodos alternativos pelo meio científico, certo é que a utilização de animais em atividades de ensino e pesquisa está devidamente regulada por lei em vigor (…)”.

Advogados voluntários de ONG`s e Protetores Independentes reforçam que a manifestação é pacífica e ato preparatório para abrir novamente a discussão que deve envolver também os representantes de Santa Catarina na Câmara dos Deputados e Senado Federal.

http://wp.clicrbs.com.br/visor/2013/10/24/ativistas-preparam-manifestacao-contra-uso-de-animais-na-ufsc/?topo=67,2,18,,,67

(vídeo) Diretor da PUC diz que porcos são 'insubstituíveis' em aula de medicina

24/10/2013
Professor diz que tecnologia ainda não possibilitou fim do ensino com bicho.
Do G1 Campinas e Região

O diretor adjunto do Centro de Ciências da Vida (CCV) da PUC Campinas, responsável pela Faculdade de Medicina onde um grupo de ativistas interrompeu uma aula prática para registrar o uso de porcos como cobaias, afirmou que os animais são insubstituíveis no processo de aprendizado. De acordo com José Gonzaga Teixeira Camargo, a técnica é utilizada desde que a universidade foi fundada e é adotada nas principais instituições de ensino brasileiras.

Os ativistas entraram na sala de aula nesta quarta-feira (23) e filmaram as atividades dos universitários orientados por um professor. Os animais sedados eram submetidos a técnicas de incisão adotadas em casos de emergências, como por exemplo a traqueostomia, que usa um orifício na traqueia para auxiliar na respiração.

Leia mais e veja o vídeo

(vídeo) Ativistas invadem PUC e filmam testes em animais

VEJA O VÍDEO
Grupo registrou o uso de porcos vivos em uma aula da Faculdade de Medicina da PUC-Campinas na manhã de quarta

24/10/2013 - 15h07 | Patrícia Azevedo
patricia.azevedo@rac.com.br
Um grupo de ativistas da Compaixão Informação e Atitude Animal (C.I.A) invadiu o laboratório de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental da Faculdade de Medicina da Puc-Campinas na manhã de quarta-feira (24) para mostrar o uso de animais em aulas do curso de Medicina. Munidos com uma filmadora, o grupo registrou o uso de porcos vivos em uma aula que reproduz o ambiente cirúrgico para práticas médicas, como a traqueostomia.
O presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Animais, Flavio Lamas, explica que a intenção do grupo era mostrar que, na avaliação dos ativistas da causa animal, a prática poderia ser substituída por filmagens ou outros mecanismos de simulação, evitando, assim, a morte de mais animais. “Os ativistas entraram no laboratório e filmaram que estavam sendo utilizados cinco porcos para fazer traqueostomia. A intenção é mostrar nas redes sociais que o uso de animais nesse caso é indevido. Não precisa utilizar da maneira que estão fazendo”, afirma Lamas.
Segundo ele, as aulas poderiam usar vídeos e simuladores para treinar os estudantes. “Fazendo analogia o cara que é piloto de avião usa simulador e depois de muito treinamento vai para o avião. A proposta é fazer o mesmo para a Medicina. A ação é para mostrar que há possibilidade de reduzir o uso de animais”, completa Lamas.
O professor da Faculdade de Medicina e diretor adjunto do Centro de Ciências da Vida da PUC-Campinas, José Gonzaga de Camargo, diz que o uso é imprescindível para que o profissional saia do curso apto a reproduzir o procedimento em pacientes. O mesmo porco é utilizado para várias modalidades da aula. Eles têm anatomia muita próxima do ser humano e é um animal permitido para esse tipo de aula”, afirma.
A traqueostomia é um procedimento cirúrgico usado para fazer o paciente voltar a respirar quando não pode ser entubado. Segundo Camargo, porcos são usados para estudo prático de vários tipos de procedimentos, como traqueostomia e laparotomia. O uso de animais nas aulas obedece às normas da Comissão de Ética e Uso de Animais.
Os porcos mostrados no vídeo gravado estão vivos e recebem anestesia geral como se fosse uma pessoa num centro cirúrgico. Depois das aulas, os animais são sacrificados e descartados seguindo uma série de normas.
vejam o vídeo

Ativistas interrompem aula prática de medicina na PUC que usava porcos

24/10/2013

Ativistas interromperam uma aula prática no curso  da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas (SP) contra pesquisa que utilizam animais como cobaias. Segundo a instituição de ensino, a entrada dos manifestantes nas dependências nesta quarta-feira (23) ocorreu sem autorização para registrar os procedimentos que usavam cinco porcos para fazer a técnica de traqueostomia.



Os ativistas entraram na sala de aula e filmaram as atividades dos universitários com a orientação de um professor. Os animais eram submetidos a técnica de incisão em que são adotados em casos de emergências para criar um orifício na traqueia para ajudar na respiração. Depois de gravar as imagens, os defensores dos animais fugiram. (Assista ao vídeo)



O presidente do Conselho de Defesa dos Animais de Campinas, Flávio Lamas, disse apoiar a ação por considerar desnecessário o uso de animais durante este procedimento. “O ato foi para mostrar a crueldade com o animal. Existem outros modelos, como simuladores e filmagens que podem ser utilizados de forma didática. É uma mudança que precisa ser feita”, afirma. Ele explicou que recebeu uma ligação sobre o ato e que ao menos oito ativistas, que integram a Frente de Libertação Animal, participaram do ato. O G1 tentou localizar algum representante do movimento, mas até esta publicação não foi localizado.



Um dos ativistas foi identificado como ex-funcionários da universidade. Os outros, a instituição informou que pretende analisar as imagens das câmeras de segurança do campus para identificar os defensores dos animais. A instituição também afirmou que segue as determinações do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal e que adota métodos alternativos no ensino. O caso foi registrado pelo professor que ministrava a aula no 11° Distrito Policial e os manifestantes vão responder por ameaça, segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

http://www.jornalfloripa.com.br/geral/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=8790

Ativistas preparam manifestação contra uso de animais na UFSC

24 de outubro de 2013
 Ativistas dos Direitos dos Animais, ONG`s e protetores independentes realizarão nesta sexta manifestação pacífica pelo fim da utilização dos animais em aulas e experimentos da UFSC.

A concentração está marcada para as 18h30min em frente a Concha Acústica. Desde o mês de maio de 2013 a UFSC estava proibida de utilizar animais, após decisão proferida pelo juiz Marcelo Krás Borges, da Vara Federal Ambiental de Florianópolis.

No início do mês de Outubro a UFSC conseguiu no TRF4, o direito de retornar a utilização de animais nas aulas e testes. A suspensão da proibição foi dada pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Tadaaqui Hirose. Em seu voto, Hirose explicou que, “embora veja como necessária a adoção de métodos alternativos pelo meio científico, certo é que a utilização de animais em atividades de ensino e pesquisa está devidamente regulada por lei em vigor (…)”.

Advogados voluntários de ONG`s e Protetores Independentes reforçam que a manifestação é pacífica e ato preparatório para abrir novamente a discussão que deve envolver também os representantes de Santa Catarina na Câmara dos Deputados e Senado Federal.
http://wp.clicrbs.com.br/visor/2013/10/24/ativistas-preparam-manifestacao-contra-uso-de-animais-na-ufsc/?topo=67,2,18,,,67

Campinas: Ativistas invadem aula de medicina com procedimento em animais vivos

24 de Outubro de 2013•

Rose Mary de Souza
Direto de Campinas

A Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas) diz ter reconhecido nas imagens do sistema de segurança um ex-funcionário do Centro Cirúrgico, além de outra pessoa ainda sem identificação, como os dois invasores que filmaram parte de uma aula prática de medicina na quarta-feira. O vídeo dos invasores mostra os alunos com um professor realizando traqueostomia em cinco porcos vivos. O procedimento consiste em fazer o "paciente" voltar a respirar quando não pode ser entubado. Após serem flagrados, eles deixaram o local e as cenas gravadas foram parar nas redes sociais. ​

O departamento jurídico da universidade está apurando o caso e vai definir o que fará contra as duas pessoas que não são alunos da instituição, segundo José Gonzaga Teixeira Camargo, professor da Faculdade de Medicina e diretor-adjunto do Centro de Ciências da Vida da PUC Campinas, departamento que engloba os 10 cursos da área de saúde da universidade.

Segundo o professor, as duas pessoas estranhas à faculdade se apresentaram como ativistas de proteção animal e são contrários ao uso dos bichos em aula. Camargo falou que eles se aproveitaram das portas abertas do Laboratório de Bases de Técnicas Operatórias para invadir.

Você sabia: por que os beagles são usados em pesquisas de medicamentos?

"Houve um protesto de sem-teto, que fechou a avenida, e muita gente chegou atrasada, por isso o laboratório estava com as portas abertas para os retardatários", contou. "Quando foi percebido que os dois não eram alunos, os seguranças foram acionados e eles foram convidados a se retirarem", disse.

http://noticias.terra.com.br/educacao/ativistas-invadem-aula-de-medicina-com-procedimento-em-animais-vivos,28c5da0551ce1410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Frente busca apoio à CPI dos maus-tratos a animais

24 de Outubro de 2013
Brasília (AE) - Diante do episódio da invasão das dependências do Instituto Royal, em São Roque, no interior de São Paulo, e do resgate de 178 cães da raça beagle na última semana, parlamentares da Frente Ambientalista da Câmara esperam conseguir instalar nos próximos dias uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar maus-tratos contra animais no País. Caso seja instalada, a CPI deve funcionar paralelamente à comissão externa criada para acompanhar as investigações sobre o Instituto Royal.

Ontem, um pequeno grupo de ativistas protestou no gramado do Congresso contra os maus-tratos em animais. Resolução apresentada pelo deputado Ricardo Izar (PSD-SP) pede que o requerimento da CPI seja votado com urgência. De acordo com Izar, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se comprometeu a levar o assunto a plenário. Em troca da instalação da CPI, o deputado do PSD de São Paulo disse que abriu mão da relatoria da comissão externa, que agora ficou a cargo do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP). O pedido de instalação da  CPI é de julho e teve a assinatura de líderes dos partidos. Izar reclamou que só o PT não assinou o requerimento.


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Anvisa analisa legislação que trata do uso de animais para fins científicos

A autarquia avalia se há lacunas referentes à fiscalização das pesquisas para produção de medicamentos e cosméticos que podem ter impacto no uso de cobaias

por Agência Estado

A legislação que trata do uso de animais para fins científicos e didáticos está sob análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A autarquia avalia se há lacunas referentes à fiscalização das pesquisas para produção de medicamentos e cosméticos que podem ter impacto no uso de cobaias.

De acordo com a Anvisa, a legislação atual não especifica o órgão responsável pela fiscalização dos laboratórios de pesquisa em animais. No âmbito da agência reguladora, não há exigência expressa para o uso de animais em testes, mas é necessária a apresentação de dados que comprovem a segurança dos diversos produtos registrados na Anvisa. Métodos alternativos são aceitos desde que sejam capazes de comprovar a segurança do produto.

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Beagle é encontrado abandonado em rodovia de São Roque

23/10/2013
Polícia acredita que cão seja um dos 178 furtados no Instituto Royal.
Animal, que está visivelmente bem, passará por exames veterinários.
Natália de Oliveira
Do G1 Sorocaba e Jundiaí

Um cão da raça beagle foi encontrado abandonado no fim da tarde desta quarta-feira (23), na rodovia Raposo Taveres, próximo ao bairro Marmeleiro, em São Roque (SP). De acordo com a polícia, o cão foi encontrado por um morador da região, que recolheu o animal para dentro da residência e, em seguida, acionou a polícia.
O animal, um macho adulto, que está visivelmente bem, foi encaminhado para a delegacia da cidade e, depois, deverá ser levado ao canil do Setor de Zoonoses de São Roque, informou a polícia.
A polícia acredita que o animal seja um dos 178 beagles furtados na madrugada da última sexta-feira (18), do Instituto Royal, quando ativistas (...)
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Bauru: Menino faz B.O. contra o pai por um cavalo

23/10/2013 21:15
Animal foi um presente dado ao garoto. Venda do animal seria para pagar a pensão dos filhosHENRIQUE COSTA
henriqueic@bomdiabauru.com.br
A paixão de um neto pelo próprio cavalo levou a avó a registrar um boletim de ocorrência contra o pai do menino, na tarde desta terça-feira, 22, no Jardim Chapadão, em Bauru. Ao ligar para pedir o dinheiro da pensão, o pai do garoto Fernando Costa Moreira alegou à avó que venderia o cavalo, dado por ele mesmo, para pagar a dívida. Com a notícia, o menino pensou em esconder o animal.

A avó, vendo o desespero do menino, resolveu pedir ajuda aos oficiais. “Quando eu contei para ele, a primeira reação dele foi querer esconder o cavalo”, comenta Cecília Medeiros Costa, avó do garoto.

“Um amigo do Fernando me orientou a procurar a polícia e registrar o boletim de ocorrência e foi o que eu fiz, se esse cavalo for tirado dele, ele ficará doente. Até nome ele deu, é Alasão”, acrescenta.

A avó conta ainda que a paixão do menino pelo cavalo é tanta que ele acorda mais cedo para tratar o animal antes. “Ele sai para a escola às 6h30, mas antes disso ele vai lá no terreno, coloca água e alimenta o Alasão. Quando chega da escola é a mesma coisa, vai lá ver se o cavalo está bem, compra remédio, vitamina e até da banho. Acho que ele fica mais tempo com o cavalo do que com a gente”, conta.

Ironicamente, o cavalo foi um presente dado pelo pai há cinco anos. “Ele deu o cavalo para o Fernando quando o garoto tinha 7 anos e agora quer tirar, eu falei que ele não pode fazer isso com o menino”, aponta a avó que regularizou a situação do animal na prefeitura de Bauru. “Quando ele ganhou o Alasão, eu fui na prefeitura e tirei o alvará, então está tudo certo, o cavalo é dele e não pode ser tirado assim”, acrescenta emocionada. A polícia orientou a avó a acionar o 190 caso o pai do garoto apareça na residência querendo levar o animal.

‘Se a minha ‘vó’ deixar eu levo ele para dentro de casa’
Os cinco anos de amizade entre o menino e o cavalo rendem boas histórias. Fernando conta que o Alasão vai com ele para qualquer canto da cidade. “Eu coloco a carroça nele e saímos por aí para passear. Até para Arealva ele já foi comigo, na cavalgada que tem até lá. É um ótimo companheiro, dá conta de qualquer desafio” conta o garoto.

“Mais que um amigo, eu trato dele como irmão, quando vou para a escola eu peço para minha avó ficar de olho nele, quando eu chego em casa, venho aqui tratar dele, passar remédio e até dou banho, nem imagino meus dias sem ele. Se a minha ‘vó’ deixar eu levo ele para dentro de casa”, acrescenta o menino deitado em cima do animal.

A avó de Fernando conta que a relação do menino com o cavalo é famosa no bairro. “Todo mundo relaciona um ao outro, sabem que são amigos inseparáveis. Um amigo nosso pediu o cavalo e a carroça emprestados para um serviço e o Fernando só permitiu se ele fosse junto”, conta a avó. “É um menino muito bom, que ajuda muito a gente, não merece isso”, finaliza.

opinião: Kelli Franco coordenadora do BOM DIA Bauru
Amor é amor

Quem já teve um bicho de estimação deve entender o que o pequeno Fernando está sentido.  A novidade  é o animal escolhido para companheiro e a capacidade de uma criança de se dedicar com tanto amor a um bicho. Mas o que deveria ser motivo de admiração na família acabou virando briga. Nos resta esperar que esse pai fique comovido com o amor do filho e mantenha o Alasão em casa.
http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/59221/Menino+faz+B.O.+contra+o+pai+por+um+cavalo

Saiu no site do Pravda (da Rússia) - Brasil: Parlamentares pedem proibição de testes em animais

Brasil: Parlamentares pedem proibição de testes em animais
24.10.2013 | Fonte de informações:  Pravda.ru


Brasil: Parlamentares pedem proibição de testes em animais

150 Parlamentares assinam a declaração da HSI pedindo a proibição de testes em Animais para cosméticos no Brasil - Aumenta a pressão no Ministério da Ciência e Tecnologia por medidas que substituam animais de laboratório.

Brasília (22 de outubro de 2013) - O Governo precisa proibir testes de cosméticos em animais, de acordo com 150 parlamentares federais de todos os partidos políticos que assinaram a declaração Liberte-se da Crueldade da Humane Society International. O grupo de proteção animal enviou um relatório ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) pedindo a proibição no território nacional dos testes em animais para cosméticos. O CONCEA é um órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia com autoridade para proibir estes testes.

Helder Constantino, Gerente da Campanha Liberte-se da Crueldade declarou: "Estamos entusiasmados com o fato que parlamentares federais estão mostrando seu apoio à proibição de testes de cosméticos em animais. O CONCEA tem o poder de proibir esses testes no nível nacional com uma regulamentação. O Ministro da Ciência e Tecnologia preside esse conselho, e esperamos que ele ouça a voz dos cidadãos e do Congresso."

Simone Limam Diretora da ProAnima, declarou: "Está nas mãos do CONCEA dar um passo rumo a relações mais éticas com os animais, sendo o próximo país no mundo a proibir a testagem de cosméticos nos animais. O mercado de cosméticos brasileiros é um dos maiores do mundo, de modo que esta decisão teria repercussões não apenas local mas internacional".
Um encontro de parlamentares que apoiam à proposta de proibição de testes de cosméticos será realizado na quarta-feira 23 de outubro, das 9:00 às 09:30 na Câmara dos Deputados, Auditório Freitas Nobre. O evento é organizado conjuntamente com a Frente Parlamentar em Defesa dos Animais e a Frente Parlamentar Ambientalista. Parlamentares que assinaram a Declaração Liberte-se da Crueldade no últimos meses, fizeram as seguintes declarações:

Deputado Ricardo Izar, Presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais (PSD/SP): "É preciso admitirmos que seres diferentes de nós são dignos de consideração, amor e apreço moral. O que esperamos, é mais racionalidade, compaixão, respeito e humanidade com os animais, que embora sejam indefesos, sentem e sofrem. Eu sou livre de crueldade contra os animais, e você? Não aos testes em animais para a produção de cosméticos".

Senador Eduardo Suplicy (PT/SP) pediu ao Senado para apoiar a Declaração e diz que representantes da HSI estão "conclamando a todos nós, Senadores, para assinarmos que nos declaramos livres de crueldade. "Eu acredito que os animais não devem sofrer e morrer para testar produtos cosméticos ou os seus ingredientes".

Deputado Sarney Filho (PV/MA) declarou: "Vivemos uma intensa evolução cultural e a população brasileira já percebeu essa mudança. Acredito que junto com a conscientização sobre as questões que envolvem o meio ambiente e a sustentabilidade, o olhar da sociedade para o bem-estar animal também mudou. Nas comissões da Câmara, por exemplo, aprovamos Projeto de Lei proibindo a utilização de animais em espetáculos circenses. Aqueles que estão na contramão dos avanços exigidos no século XXI perderão o bonde da história"

O testes de produtos e ingredientes cosméticos em animais são banidos em toda a Europa, Israel e Índia, porém, no Brasil, os regulamentos de cosméticos ainda dependem fortemente de testes de toxicidade dolorosos feitos via oral, cutânea e ocular em coelhos e roedores. As orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) ainda incluem testes de toxicidade que causam sofrimento considerável incluindo inchaço, olhos ulcerados, sangramento e rachadura na pele, danos aos órgãos internos, coma e até morte.

Liberte-se da Crueldade é parte da maior campanha do mundo para terminar com o teste de cosméticos em animais e é auxiliado pela ARCA Brasil, ProAnima e pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa dos Animais. No mundo, a HSI e seus parceiros da Liberte-se da Crueldade estão liderando o  movimento para acabar com a crueldade dos cosméticos na Austrália, Brasil, China, Coréia, Nova Zelândia, Rússia e  muitos outros  Nos Estados Unidos,  A Liberte-se da Crueldade é impulsionada pela Humane Society dos Estados Unidos.


Helder Constantino, hconstantino@hsi.org

Notas:

1.      Uma pesquisa da IBOPE Inteligência relatou que dois terços dos brasileiros se opõem ao uso dos animais para testes de toxicidade de cosméticos. O total de entrevistados foi de 2002 pessoas. O trabalho de campo foi realizado entre os dias 15 e 18 de fevereiro de 2013. A pesquisa foi realizada através de entrevistas pelo IBOPE. Todos os participantes são adultos brasileiros (maiores de 16 anos). A margem de erro é de mais ou menos 2 pontos percentuais. Veja a pesquisa complete aqui.

2.      O artigo 15 da Lei n º 11.794 de 8 de outubro de 2008 estabelece que: "O CONCEA, levando em conta a relação entre o nível de sofrimento para o animal e os resultados práticos que se esperam obter, poderá restringir ou proibir experimentos que importem em elevado grau de agressão."

A Humane Society International e suas organizações parceiras constituem juntas uma das maiores e mais importantes organizações de proteção animal do mundo. Por mais de 20 anos, a HSI vem lutando para a proteção de todos os animais por meio de trabalhos de conscientização, educação e programas práticos. HSI: Celebrando todos os animais e confrontando a crueldade em todo o mundo:hsi.org/libertesedacrueldade.


Helder Constantino
Gerente de Campanha, Liberte-se da Crueldade - Brasil


Humane Society International
Rua Bela Cintra 409, São Paulo 01415-000, Brasil
hsi.org/libertesedacrueldade



http://port.pravda.ru/news/russa/24-10-2013/35475-testes_animais-0/

Site do Instituto Royal voltou timidamente

O site do Instituto Royal voltou timidamente com a penas uma página e um link comentando a invasão. O site havia sido tirado do ar pelo Grupo Anounymous no dia da invasão.
Vejam em http://institutoroyal.org.br/

Carla Perez sorteia cachorro na TV e revolta ativistas

23 Out 2013 . 18:31 h . Com informações de agências . portal@d24am.com
A apresentadora começou a ser criticada nas redes sociais por sortear um cachorro em seu programa ‘Clube da Alegria’

A apresentadora começou a ser criticada nas redes sociais por sortear um cachorro em seu programa ‘Clube da Alegria’

São Paulo – Após comoção na internet com o caso dos beagles resgatados de um laboratório, os ativistas defensores de animais estão voltando suas atenções a Carla Perez. A apresentadora começou a ser criticada nas redes sociais por sortear um cachorro em seu programa ‘Clube da Alegria’ (TV Aratu, afiliada do SBT da Bahia).

O vídeo com a promoção ‘Meu Pet’ foi publicado no YouTube pelo canal oficial da atração, no dia 4 de outubro. A promoção continua válida até o dia 31 de outubro. No vídeo, Carla Perez anuncia que para concorrer ao ‘prêmio’, basta a criança mandar um e-mail com um nome criativo que daria para o cãozinho.

Revoltados, internautas pedem que o sorteio seja suspenso. "Cancelem o sorteio do cachorro! Bicho não é brinquedo. Estou tentado contato com vocês desde ontem sem sucesso. Nós, protetores do Brasil, imploramos que voltem atrás e cancelem!", escreveu a usuária do Youtube Beth Castilho.

"É muito sem noção essa Carla Perez. Ter um animal de estimação é uma responsabilidade que deve ser assumida com base em reflexão e consciência sobre a dedicação necessária, os cuidados e despesas envolvidos e a disponibilidade amor para dar ao animal. Sem noção!", protestou a usuária Pepita.
"Sorteia os filhos dela!", propôs a internauta Liz Freitas.

"Depois reclama se a chamam de burra, mas só dá bola fora", lamentou a internauta Aline Aparecida.
Conforme informações do ‘F5’, a TV Aratu informou que, por enquanto, não vai suspender o sorteio.

"É um programa infantil que tem, inclusive, um quadro sobre bichos, no qual damos informações sobre cuidados com animais. A promoção foi por causa do mês das crianças e não estamos comercializando animais, pelo contrário, estamos ensinando as crianças a cuidar do bichinho de estimação", disse uma produtora do programa, que não quis se identificar.

Procurada, Carla Perez não foi localizada pela reportagem.

http://www.d24am.com/amazonia/animais/carla-perez-sorteia-cachorro-na-tv-e-revolta-ativistas/98502