domingo, 21 de outubro de 2012

Curso técnico de escola de Canoas (RS) explora e mata gatos em aulas de vivissecção


Pedagogia da desumanidade
Curso técnico de escola de Canoas (RS) explora e mata gatos em aulas de vivissecção
21 de outubro de 2012

Por Robson Fernando de Souza (da Redação)


Aluna segura pele de gato esfolado depois de aula no curso técnico de Química do Colégio Luterano Canoas. Foto: Arte Anda/Divulgação/Facebook

Um caso de vivissecção vem revoltando o Brasil. Está acontecendo no Colégio Luterano Concórdia, no município de Canoas (RS), e envolve a exploração e matança de gatos em aulas do curso técnico de Química.

Em fotos reproduzidas no Facebook, alunas aparecem segurando cabeças e patas decepadas de gatos que haviam sido vivisseccionados e mortos nas aulas. Em outra foto, aparece um gato dissecado, de tronco aberto e com as entranhas à mostra. Em outra, uma aluna mostra a pele de um outro gato, que havia sido esfolado.


Aluna brinca com cabeça decepada de gato, em laboratório do colégio. Foto: Arte Anda/Divulgação/Facebook

E o pior de tudo é que tudo isso é permitido pela Lei 11.794/2008 , mais conhecida como Lei Arouca. Outrora, a vivissecção era proibida em cursos de nível médio, de educação básica ou profissionalizante, mas, com a sanção da Lei Arouca, a lei 6.638/1979, que estabelecia essa proibição, foi revogada e a exploração de animais para fins educacionais se tornou permitida em “estabelecimentos de educação profissional técnica de nível médio da área biomédica”, conforme o Artigo 1º, § 1º, inciso I da lei mais recente – supondo-se que o curso de Química também pode ser voltado para fins biomédicos.

Mas, como todos os defensores animais sabem, nem tudo que é legal é ético e moral. As imagens mostram como os alunos do curso do colégio em questão vêm sendo acostumados a serem totalmente frios e desumanos contra os animais não humanos. Mostra-se como eles vêm aprendendo a ser profissionais descompromissados com o respeito à vida (animal humana e não humana) e com a ética profissional das profissões que irão trilhar com sua formação técnica em Química.

O colégio em questão também vem se mostrando ao Brasil como um exemplo negativo de formação ético-moral de seus alunos, ao não só explorar animais como se fossem objetos e descartar suas vidas como lixo, mas também a brincarem com cadáveres e pedaços decepados dos mesmos, tratando a vida animal humana e não humana como algo fútil, descartável e sem qualquer valor intrínseco.


Pata arrancada de cadáver de gato, em aula prática no curso técnico de Química do colégio de Canoas. Foto: Divulgação/Facebook

É possível realizar três formas de protesto:
a) E-mails denunciando a postura do colégio e de seus alunos em promover o desrespeito e banalização da vida devem ser enviados ao e-mail 27cre@seduc.rs.gov.br, da coordenadoria regional de educação de Canoas;
b) Mensagens de repúdio podem ser enviadas à página do Colégio Luterano Concórdia no Facebook e ao e-mail do mesmo, de modo que os responsáveis pelo colégio saibam que a opinião pública é contrária à educação anti-humanista e anti-humanitária que a instituição vem promovendo;
c) Protestos das entidades de defesa animal do Rio Grande do Sul precisam marcar protestos na frente da escola, contra a postura da instituição de explorar e matar gatos para fins ditos educativos.



http://www.anda.jor.br/21/10/2012/curso-tecnico-de-escola-de-canoas-rs-explora-e-mata-gatos-em-aulas-de-vivisseccao

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

(vídeo) Adolescentes fazem vídeo de tortura de gato no Ceará


vídeo em http://noticias.r7.com/cidades/noticias/adolescentes-fazem-video-de-tortura-de-gato-no-ceara-20120926.html
Adolescentes fazem vídeo de tortura de gato no Ceará
Menores ateiaram fogo no animal por diversão e registraram as cenas em celular
Do R7, com Balanço Geral


Assista ao vídeo:

http://noticias.r7.com/cidades/noticias/adolescentes-fazem-video-de-tortura-de-gato-no-ceara-20120926.html

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Unifesp acusada de torturar e sacrificar saguis

Universidade provoca indignação ao pedir os animais para pesquisa a entidades protetoras dos bichinhos
PLÍNIO DELPHINO
pliniod@diariosp.com.br
Santuario Rancho dos Gnomos
No Rancho dos Gnomos, animais resgatados de acidentes ou nas mãos de traficantes

A comunidade protetora de animais está perplexa com a solicitação que recebeu da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), por intermédio do Ibama e da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, a entidades mantenedoras de fauna silvestre: a doação de saguis para experimentos científicos na faculdade de medicina, em testes a serem realizados para combater a epilepsia e mal de Parkinson.

Segundo os protetores, essas pesquisas são torturantes e o culminam com o sacrifício da cobaia. “O governo não nos dá um tostão. Nós investimos nosso tempo, dedicação, carinho, respeito e dinheiro para resgatar a dignidade dos animais silvestres que nos confiam (em depósito judicial) de todo o país. Não recebemos nenhuma verba. Cuidamos dos animais pensando em um dia entregá-lo à natureza da melhor forma, ou, se isso não é possível, de dar-lhes o melhor tratamento. Quase 90% foram vítimas de tráfico e foram maltratados e mutilados de tal maneira que a recuperação é lenta e difícil”, conta Sílvia Pompeu, de 50 anos, fundadora do Rancho dos Gnomos, que há 21 anos cuida de animais silvestres em Cotia, na Grande São Paulo.

(...) Veja a reportagem completa em:

http://diariosp.com.br/noticia/detalhe/32360/Unifesp+acusada+de+torturar+e+sacrificar+saguis

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

(SE) Pata de cachorro pode ter sido arrancada com facão


Posterior direita estava necrosada.
Após procedimento cirúrgico animal passa bem.
Flávio Antunes
Do G1 SE

Cachorro pode ter sido mutilado por dono
(Foto: Divulgação/Lagartense)
A perna de um cachorro pode ter sido arrancada com um facão no povoado Brasília, município de Lagarto, região Centro Sul de Sergipe. Segundo a presidente da organização S.O.S animais, Vera Silva, o possível dono do cachorro teria praticado tamanha crueldade.
“Nós estávamos em uma reunião quando fomos informados através de uma denúncia os maus tratos que um cachorro tinha sofrido. Ao nos deslocarmos para o povoado, os moradores da região nos disseram que o proprietário do animal tinha mutilado a pata traseira do cão com um facão. Questionamos sobre o proprietário, mas infelizmente ninguém quis denunciá-lo”.

(...) Veja a reportagem completa em
 http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2012/09/pata-de-cachorro-pode-ter-sido-arrancada-com-facao.html

sábado, 1 de setembro de 2012

(testes) Após 50 anos: Fabricante de talidomida se desculpa e gera reação


Nota sobre o texto abaixo: a talidomida é um exemplo real da mentira que é a vivissecção. O medicamento foi testado em animais e não deu problemas... Mas em humanos foi uma tragédia. A vivissecção (testes em animais) é uma frande científica e não garante em nada que o medicamento não causará danos aos humanos.
A vivissecção é até um entrave para o progresso da ciência porque retarda a cura das doenças.
João
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Fabricante de talidomida se desculpa e gera reação


Fabricante se desculpa 50 anos depois de provocar primeiros casos de malformações e gera reações por parte das vítimas

01/09/2012
France Press  
As primeiras desculpas apresentadas pela empresa farmacêutica alemã fabricante da talidomida às milhares de vítimas do medicamento, 50 anos depois dos primeiros casos de malformações, provocaram neste sábado uma onda de consternação nos países afetados por este desastre farmacêutico.

O diretor executivo da Grunenthal, Harald Stock, afirmou em um discurso na sexta-feira que a empresa 'sente muito' pelo silêncio a respeito das vítimas da talidomida, um produto que era vendido nos anos 50 e 60 às mulheres grávidas para acalmar as náuseas matinais durante a gravidez.

(...) Veja o texto completo em

http://www.rac.com.br/noticias/mundo/143353/2012/09/01/fabricante-de-talidomida-se-desculpa-e-gera-reacao.html

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Manifesto de cientistas confirma que animais são seres conscientes


Nós não somos tão superiores assim: será um marco para um novo tipo de relacionamento com os animais?
por Redação Galileu

O Pug Existencialista e suas rugas de preocupação //Crédito: ShutterStock


A suspeita que a grande maioria dos donos de animais de estimação sempre teve acaba de ganhar um reforço de respeito. Um grupo de cientistas de renome mundial publicou um manifesto atestando que os animais possuem um grau elevado de consicência. E a afirmação vai muito além de cachorros e gatos fofinhos.

Com um nome digno daqueles tratados que entram para os livros de História, a Declaração de Cambrigde sobre Consciência talvez seja o primeiro grande passo que a Humanidade dá em direção à uma relação mais humana (e menos estúpida) entre homens e bichos. Os animais citados no texto são pássaros, polvos (único não vertebrado da lista) e todos os mamíferos existentes. De acordo com os cientistas, “a ausência de um neocórtex não impede que os animais experimentem estados de afeto”. Do ponto de vista evolutivo, o neocórtex é a parte mais recente do nosso cérebro – esse detalhe anatômico é o culpado por cientistas se negarem por tanto tempo a admitir a consciência em animais não-humanos.


Clique aqui  para ler a reportagem completa:

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI317146-17770,00-MANIFESTO+DE+CIENTISTAS+CONFIRMA+QUE+ANIMAIS+SAO+SERES+CONSCIENTES.html

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Missão Beagle Defensores de animais protestam neste domingo contra uso de cães em testes de laboratór


Missão Beagle

Defensores de animais protestam neste domingo contra uso de cães em testes de laboratório

16 de agosto de 2012 às 6:00

Por Fátima Chuecco (Da Redação)

Beagles com apenas seis meses de idade passam pelos experimentos (Foto: Reprodução)
Quem se emocionou com a libertação dos 2, 5 mil beagles do criadouro Green Hill da Itália e dos que restaram dos testes realizados na Universidade Estadual de Maringá – UEM (PR), tem agora a chance de participar de uma manifestação visando o término da utilização desses cães em institutos de pesquisa e universidades brasileiras. No próximo domingo, dia 19, um comboio partirá por volta das 9h do Masp (SP) em direção à cidade de São Roque, onde funciona um dos estabelecimentos que testa drogas em animais incluindo beagles: o Instituto Royal. Em São Roque a concentração será na Praça da República, próxima à Agroverde.

Cartaz da manifestação doa dia 19 de agosto (Foto: Divulgação)


Vale ressaltar que todos os testes ainda mantidos nos cães já possuem métodos substitutivos (muitos in vitro) e que, no caso particular dos beagles, são usados animais bem jovens, por volta de seis meses de idade, totalmente inocentes, carentes e ávidos por brincadeiras. A infância desses filhotes é transformada num inferno de medo e dor a partir do momento que são obrigados a inalar substâncias tóxicas e receber nos olhos drogas que causam irritação e até corrosão da pele.
Denúncias de que 75 beagles foram entregues no Instituto Royal há cerca de um mês e de que até o CCZ de São Roque também está enviando vira-latas para experimentação animal motivaram um grupo de protetores independentes a articular a manifestação de domingo visando o término desse doloroso martírio. A luta pela libertação dos beagles começa pelo Instituto Royal mas, segundo os ativistas, pretende atingir todos os estabelecimentos onde diversos testes com animais já poderiam ser substituídos por outros que não dependem da vivissecção (que significa cortar vivo).
Os testes e as alternativas

Imagem mundialmente usada para mostrar o sofrimento dos beagles nos laboratórios (Foto: Reprodução)



Em geral, os testes com beagles são de toxidade oral, irritação aguda ocular, irritação aguda dérmica e toxicidade reprodutiva (nesse caso é avaliada quanto a substância afeta a capacidade do indivíduo em se reproduzir, seja atrofiando seus órgãos genitais, dificultando a produção de gametas ou diminuindo a libido). Os efeitos são devastadores e incluem náuseas, convulsões, diarreias, dificuldade respiratória, entre outros.
“Os beagles são dóceis, mas esse não é o principal motivo para serem usados. Cães SRD possuem muita variabilidade genética que não é adequada para testes de toxicologia. Animais com perfil genético semelhante proporcionam dados mais agrupados. Mas isso só mostra que esses resultados são resposta para esse perfil genético. Considerando que não somos beagles não há muita utilidade neles”, comenta o biólogo Sérgio Greif, autor da obra “Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação – Pela Ciência Responsável”.

Beagles bem jovens inalam forçosamente fumaça tóxica (Foto: Reprodução)





Greif diz que para os testes de irritação ocular, por exemplo, há uma centena de metodologias que não utilizam animais: “A maioria delas envolve o uso de células animais isoladas in vitro e sistemas organotípicos, mas até a germinação de uma espécie de leguminosa (Canavalia sp.) já se mostrou mais efetiva para prever o que aconteceria ao olho humano do que olhos de coelhos albinos ou de outros animais”.
Segundo o biólogo, outro recurso que pode ser utilizado em testes toxicológicos é a simulação computacional: “Com base na conformação fisica da molécula do tóxico é possivel se prever em quais sitios de ligação ela vai se ligar. Essas informações podem ser cruzadas com informações armazenadas em um banco de dados que, com base na estrutura da molécula, pode determinar que efeitos ela terá sobre o organismo”.
Os beagles são ainda forçados a inalar fumaça para testes para indústrias de cigarro. “Apesar de já estarem evidenciados os riscos que o fumo traz à nossa saúde, continuam utilizando animais na investigação dos efeitos do tabagismo. É simplesmente inaceitável que se justifique a inalação forçada de fumaça, por animais de laboratório, como forma de se avaliar os efeitos da nicotina e alcatrão sobre a saúde humana”, explica Greif.
Na contramão da Nova Ciência

Beagle libertado na Espanha por grupo de ativistas (Foto: Reprodução)



Em 2010 o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) promoveu uma campanha com a mensagem “Sem animais, não há pesquisa”. Um dos maiores propagandistas da campanha foi o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente da Federação Latino-americana de Biofísica, Marcelo Morales. Na ocasião ele declarou ao Correio Braziliense (23/07/2010): “As pessoas precisam compreender a necessidade da experimentação animal. A ideia é conscientizar a população sobre a importância do uso de cobaias para o desenvolvimento de medicamentos e tratamentos”.
A discussão em torno da manutenção da experimentação animal ganhou fôlego e também “pegou fogo” por conta da Lei 11.794 também conhecida como Lei Arouca sancionada em 2008. A partir de então, todos os centros de experimentação animal precisaram criar Comissões Éticas no Uso de Animais (Ceuas) para autorizar (ou não) os procedimentos. As comissões devem avaliar o grau de sofrimento dos animais e se os resultados esperados pela pesquisa justificam sua realização. Em cada Ceua deveria ter pelo menos um membro de ONG de Proteção Animal, mas ocorre que, para o protetor membro do Ceua, pode se tratar de uma luta solitária e em vão contra uma maioria de pesquisadores afirmando a necessidade de um determinado teste em animais.
Para muitos, a Lei Arouca tem um aspecto positivo que é o controle de abusos (excesso de animais utilizados e muitas vezes sem anestesia) e a proibição de testes para cosméticos, mas para um grande grupo a lei veio apenas legalizar ainda mais os testes e, quando muito, impor alguns procedimentos que visam o bem-estar da cobaia como se isso fosse possível num ambiente hostil, solitário, muitas vezes impedindo a mobilização do animal e em meio a aplicações de sustâncias tóxicas e letais. É por isso que o grupo de protetores que está articulando uma série de manifestações pelos beagles declara: “É legal, mas é imoral”.
Conforme muitos dos pesquisadores da Nova Ciência, a medicina se atrasa na busca de curas de doenças testando em animais diferentes do homem. Organismos diferentes reagem de forma diferente a medicamentos e tratamentos. A própria condição em que os animais são mantidos nos laboratórios afeta consideravelmente os resultados de uma pesquisa uma vez que o medo, a angústia e a depressão liberam substâncias no organismo das cobaias que comprometem a ação das drogas.
Mas se não é tão útil por que fazem?

Beagles sendo libertados do criadouro Green Hill (Foto: Reprodução)
Para muitos ativistas da causa animal, a experimentação animal tem como objetivo alimentar toda uma rica indústria que vende produtos e equipamentos para biotérios, além de amenizar as responsabilidades de laboratórios que lançam no mercado produtos que mais tarde poderão prejudicar seres humanos. “Por exemplo: se um xampu infantil queima os olhos de uma menina, isso é visto como uma fatalidade, pois, testes realizados em olhos de coelhinhos mostraram que o produto é seguro”, explica Greif.
“Os testes em animais não podem prever esses efeitos e a indústria sabe disso, mas continua investindo em experimentação animal para prevenir futuros processos. Assim, todas as pessoas que vierem a falecer em decorrência do uso de um medicamento tornam-se fatalidades. Números aceitáveis frente aos possíveis benefícios do medicamento”, completa. Ele diz ainda que, se hoje transplantes de órgãos podem ser realizados com maior sucesso e existem vacinas um pouco mais seguras, foi porque ao longo dessas últimas décadas esses tratamentos foram testados em seres humanos, muitas vezes, às custas de suas vidas e saúde.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

(vídeo) Beagles usados em pesquisas da UEM são liberados pela Justiça

vídeo em,
http://g1.globo.com/parana/noticia/2012/07/beagles-usados-em-pesquisas-da-uem-sao-liberados-pela-justica.html
27/07/2012

Na quinta-feira (26) eles foram entregues a entidade protetora de animais.
Experimentos foram suspensos após denúncia que cães eram mal tratados.
Do G1 PR, com informações da RPC TV Maringá


A Justiça determinou que os seis cães da raça beagle e três vira-latas que eram usados para experimentos do curso de Odontologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM) fossem liberados do canil da universidade. A decisão da 5ª Vara Cível de Maringá é de quinta-feira (26) e na noite do mesmo dia eles foram entregues a entidade protetora Anjos dos Animais . O uso de animais em experimentos também foi proibido.

Na manhã desta sexta-feira (27), muitas famílias foram visitar os cães com a intenção de adotá-los. A ONG vai fazer uma seleção das famílias que poderão adotar os beagles. Por enquanto, eles vão continuar na instituição e depois de passarem por exames de saúde poderão ir para um novo lar.
Mariana Terra, de sete anos, é uma das candidatas a ficar com um cãozinho e está ansiosa. "Ontem ela já fez uma lista de nomes e o escollhido foi Tody", contou o irmão dela, André Rodrigues. Afagando o beagle, a menina disse: "Ele é bem calminho assim. Eu, meu irmão e a minha mãe vamos cuidar bem dele".
Segundo a presidente da ONG, Eloisa Murta, os cães estão muito felizes. "Eles estão alucinados, Correndo pra tudo quanto é lado, cheirando tudo, estão felizes da vida", contou. Eles devem continuar na ONG por pelo menos mais três semanas e então poderão ser levados.

(...) veja o texto completo em
http://g1.globo.com/parana/noticia/2012/07/beagles-usados-em-pesquisas-da-uem-sao-liberados-pela-justica.html

quarta-feira, 18 de julho de 2012

(Testes) Polícia italiana interdita criadouro Green Hill e apreende 2,5 mil cachorros

Polícia italiana interdita criadouro Green Hill e apreende 2,5 mil cachorros
Os animais eram utilizados para pesquisas científicas. As autoridades italianas investigam denúncias de maus-tratos
REDAÇÃO ÉPOCA, COM AGÊNCIA EFE


Foto da operação da polícia publicada na página do movimentoOccupy Green Hill  no Facebook (Foto: Reprodução)



A polícia italiana interditou nesta quarta-feira (18) as instalações da empresa Green Hill, que cria cachorros para pesquisas científicas, pela suspeita de crime de maus-tratos aos animais. A operação, que contou com mais de 30 agentes, é resultado de uma denúncia apresentada pelas associações Legambiente e Liga AntiVivisección (LAV) às autoridades judiciais da província de Brescia (norte da Itália).
Além de lacrar as instalações da Green Hill em Montichiari, os agentes também apreenderam aproximadamente 2,5 mil cachorros da raça beagle, tanto filhotes como adultos.
"Esperamos que as investigações possam esclarecer definitivamente as condições reais que estes animais eram tratados", afirmou o presidente de LAV, Gianluca Felicetti, em comunicado.
Segundo as associações de defesa dos animais, a Green Hill mantinha 2,5 mil cachorros para prática de dissecação de animais vivos, inclusive sem anestesia, com fins científicos.

Um dos cachorros libertados na ação das ONGs em abril (Foto: Reprodução/http://www.fermaregreenhill.net )





Veja reportagem completa

sábado, 30 de junho de 2012

Cachorro é devorado por ratos dentro de clínica no canil de Jaú, SP


Local foi interditado, mas os 250 cães e gatos não serão transferidos.
Centro de Zoonoses disse que veneno mata de 20 a 30 roedores por dia.
Alan Schneider
Do G1 Bauru e Marília

O canil municipal de Jaú (SP) foi interditado pelo Centro de Controle de Zoonoses na quinta-feira (28). O motivo seria a quantidade de ratos encontrada no local e a morte de um cachorro, vítima de atropelamento, que teve as patas e o pescoço devorados.
De acordo com o diretor do Centro de Zoonoses, Walter Túlio Stripari, o animal recolhido na rua estava sendo tratado na sala clínica do local. “Estamos fazendo uma reforma no chão e no forro e descobrimos que o terreno está cheio de ratos. O cachorro que morreu estava bem debilitado. Ou ele havia morrido ou os ratos atacaram com ele ainda vivo. Depois que começamos aplicar o veneno no canil, os roedores ficam desesperados que chegam a comer um ao outro por falta de alimento. No caso do cão, ele foi uma fonte de alimento”, contou.

Local tem 250 animais, entre cães e gatos, 120 acima da capacidade (Foto: Tuca Melges/Jornal Comércio do Jahu)


veja aqui a reportagem completa

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Suspeita de maus-tratos a animais proíbe rodeios em Jaboticabal, SP


ONG denunciou empresa que promove evento por uso de sedém.
Se descumprir acordo, organizadora pode pagar multa de R$ 62,2 mil.
Rodolfo Tiengo
G1 Ribeirão e Franca

Peão é derrubado pelo touro em rodeio de
Jaboticabal (Foto: Reprodução/EPTV)

A empresa organizadora dos rodeios emJaboticabal (SP) está proibida de promover eventos do gênero na cidade depois que uma entidade protetora dos animais entrou com uma denúncia de maus-tratos no Ministério Público.
A proibição, que também tem validade nos municípios de Taiaçu e Taiúva, foi oficializada por um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em 15 de junho entre a H1 Promoções Artísticas e Marketing e a Promotoria do Meio Ambiente, durante a realização do Jaboticabal Rodeio Show, que completou dez anos em 2012.

veja ao texto completo aqui

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Rib. Preto: MP quer vetar maus-tratos em rodeios


A Cão Paixão já se posicionou a favor do termo de ajuste; a prefeitura deve emitir um parecer até o dia 10 de julho
Marcelo Fontes
Foto: 30.abr.2009 - J.F. Pimenta / A Cidade

Caso o TAC seja assinado, os rodeios se tornarão coisas do passado, em Ribeirão Preto

O Ministério Público propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) à Prefeitura de Ribeirão Preto para tentar acabar com os maus-tratos contra os animais em rodeios futuros que possam acontecer no município. Segundo a minuta do TAC, seria proibido o uso de sedém, espora, corda americana e qualquer outro tipo de objeto que faça o touro sentir dor.

Veja a reportagem completa aqui

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Manifestantes protestam em estádio durante show de Jennifer Lopez


A cantora foi declarada persona non grata no Chile

Ela está prestes a desembarcar no Brasil, mas anda enfrentando alguns problemas com os defensores dos animais.  Jennifer Lopez foi declarada persona non grata no Chile.

Uma organização que defende os direitos dos animais publicou protesto ao hábito da  estrela de peles de animais em seus trajes.



Veja mais aqui
http://ofuxico.terra.com.br/noticias-sobre-famosos/manifestantes-protestam-em-estadio-durante-show-de-jennifer-lopez/2012/06/20-141998.html

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Justiça condena prefeitura e rodeio a pagarem multa de R$ 631 mil


Nota sobre a notícia abaixo: A veterinária deve nos explicar porque que

vídeo em http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2012/05/justica-condena-prefeitura-e-rodeio-pagarem-multa-de-r-631-mil.html
26/05/2012

Eapic de São João da Boa Vista é acusada de maus tratos de animais.
Valor corresponde ao descumprimento de um decisão judicial de 2007.
Do G1 São Carlos e Região

 A Justiça condenou a organização da Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial (Eeapic) de São João da Boa Vista e a Prefeitura a pagarem uma multa de R$ 631 mil por causa de procedimentos usados no rodeio, que são considerados agressivos aos animais.
O valor corresponde ao descumprimento de uma decisão judicial de 2007, que não autorizou a realização de provas de laços e as que derrubem os animais no chão. A determinação também proibiu o uso de esporas e o sedém, instrumento que pressiona o órgão genital do animal para que ele salte, por provocar sofrimento aos animais.

Documento destaca proibição do uso do sedém
(Foto: Reprodução/EPTV)

Vejam o restante do texto aqui